domingo, 3 de maio de 2015

Excertos da obra de Ferenczi




Da fantasia ao trauma

Depois de haver dedicado toda a atenção cabível à atividade fantasística enquanto fator patogênico, fui levado, com freqüência cada vez maior, a me ocupar do próprio trauma patogênico.

A amizade tácita entre o analista e o analisando

Esse pacto de amizade tácita permitiu, então, que o analista e o “analisando” [primeira ocorrência do termo analisando, em 1928] colaborassem no desvendamento do inconsciente.

O papel do psicanalista

A presença de alguém com quem se possa compartilhar e comunicar alegria e sofrimento (amor e compreensão) cura o trauma.

O tato

Trata-se, antes de mais nada, de uma questão de tato psicológico (...). Mas, que é o tato? (...) O tato é a faculdade de “sentir com”.


O psicanalista aprende com as crianças

Quanto a saber como traduzir os símbolos para as crianças, eu diria que, em geral, as crianças têm mais a nos ensinar nesse campo do que o inverso. Os símbolos são a própria língua das crianças, só temos que ensiná-las a se servirem deles.


Sándor Ferenczi (Miskolc, 16 de julho de 1873 — Budapeste, 22 de maio de 1933) foi um psicanalista húngaro. Foi um dos mais íntimos colaboradores de Freud, tornou-se famoso pelas experiências psicanalíticas.

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