domingo, 17 de maio de 2015

A falta do significante mestre na psicose

“....começar a pensar num sujeito cujo horizonte de significações não estaria organizado ao redor de uma unidade possível.
Um sujeito que estaria num mundo no qual existe significação. Mas, no final das contas, todas as significações são significações em si mesmas, não se medem a uma significação que distribui as significações do mundo.
E um sujeito eminentemente errante, errante no sentido da errância, não do erro.”








(Introdução a uma clínica diferencial das psicoses. Calligaris, Contardo. Artes Médicas. Porto Alegre. 1989, p.12 )



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